Publicado por: ligiagiatti | julho 19, 2007

Recomeçando!

Oi gente…

Dei uma abandonada básica no blog, né? Mancada ein?

Andei mudando algumas coisinhas aqui, para recomeçar este trabalho. A partir deste semestre as coisas serão mais organizadas e os conteúdos melhor colocados…prometo! Vou pegar a lista de e-mails da galera na secretaria do brincante e enviar o endereço para todos!

Bom já que recomecei… aqui vai então, o primeiro aviso:

As nossas aulas de dança começam novamente a todo vapor (graças a Deus) no dia 30 de Julho!!!Yes!!!!

Ai, to anciosa ! rs…

Bom, nos vemos em breve…

Beijos
Ligia

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Publicado por: richieri | julho 13, 2007

Festa Julina em Campinas

noname.png

Publicado por: ligiagiatti | maio 17, 2007

Sambada no Brincante!

Galera!sambada-no-brincantedoc.jpg

Interrompendo um pouco os post sobre as danças…

DIA 19/05 – Sábado

O Brincante proporciona um encontro entre professores e alunos para cantar, dançar, tocar, tirar versos, enfim confraternizar ao som dos ritmos e formas da diversidade cultural brasileira.
Das 16h às 19h

Compareça, a entrada é franca !

Teatro Escola Brincante  Rua Purpurina, 428  Tel.  3816 0575

Publicado por: ligiagiatti | maio 3, 2007

Sarava, jongueiros!

 JONGOjongo.jpg

 Jongo é uma manifestação cultural afro brasileira de origem Banto que mistura a dança de roda, música, canto e alguns preceitos religiosos, sendo realizada, no Brasil, desde os tempos da escravidão. Os Bantos foram os primeiros escravos a chegar ao Brasil e são membros da grande família etnolinguística dos angolas, congos, cambindas, benguelas e moçambiques.

A manifestação do Jongo pode ser entendida como uma mistura lúdica de linguagens expressivas, ao envolver em sua prática música, canto, poesia, religiosidade e dança sem uma de limitação clara entre as fronteiras artísticas e culturais.

De origem rural, trazida de Angola (da região do Congo-Angola) nos tempos da escravidão, o Jongo era praticado pelos escravos que vieram trabalhar nas fazendas de café, nos canaviais e na mineração, no interior dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais na época do Brasil colonial.

Os negros cantavam, tocavam e dançavam nos navios, nas moradias e nos trabalhos como forma de manter seu vínculo com a África. Realizam seus rituais como seus ancestrais. Apresentando uma forma própria de organização e uma maneira diferenciada de se relacionar com o meio ambiente, os africanos viam o homem como um todo, integrados pelos deuses, pela terra e pela natureza.

Entretanto, as tradições africanas aqui desembarcadas não se mantiveram intactas: em contato com as fortes influências da cultura européia, – como a língua portuguesa e a religião católica, para citar dois exemplos mais determinantes – adaptaram-se ao novo ambiente, dando origem a formas novas. Mescladas aceitaram novos temas, instrumentos de origem européia e indígena e, sobretudo a língua portuguesa como língua de expressão.

Nos tempos do cativeiro o Jongo seria um dos únicos momentos permitidos de trocas e confraternização entre os escravos, sendo permitido e praticado durante as festas ou nas vésperas de dias santos católicos, para se descansar no final de um período de colheita; para acalmar a revolta e o sofrimento com a escravidão ou para se distrair nas isoladas fazendas.

A cultura do Jongo é, portanto, oriunda destas relações de sociabilidade.

Publicado por: ligiagiatti | abril 24, 2007

Capitão!

…E hoje a tarde quando todos esperavam para ter aula de dança e percussão, ansiosos olhando para relógio, já eram quatro e dez, e nada de professor…de repente entra pela porta alguém diferente.

“Cade os dreads, a bermudona a mochilinha? Bom…maracatu1.jpg

Recebemos hoje, com muita empolgação (acho que até demais, pois estávamos um pouco eufóricos) Henrique Caldeira, mais conhecido e chamado por “Capitão”.

Pertencente à Nação do Maracatu Porto Rico e do grupo Batuntã, Capitão veio dar o “ar da graça” com toques novos de alfaia e nos falar um pouco sobre as nações de maracatu e suas diferenças, religiosidade, costumes e outros diversos assuntos importantíssimo para se entender o maracatu e sua grandiosa essência!

Enfim, é sempre bom receber visitas como estas para incrementar e compartilhar aprendizado!!

Agora para ver o Capitão em ação, é só assistir as apresentações do Batuntã (quem ja viu sabe do que eu estou falando) ou estão é só esperar mais uma visita inesperada no Brincante!

Te esperamos no nosso barco mais uma vez Capitão!!!

Até!

Publicado por: ligiagiatti | abril 17, 2007

Batuque

BATUQUES DE TERREIRO

O processo de deslocamento das populações negras do campo para as ciumbigada.jpgdades iniciado após a abolição trouxe muitas danças ancestrais para as periferias da região Sudeste. Uma delas é o “Batuque de Umbigada”

Duas filas se defrontam, uma de mulheres e outra de homens. Perto dos dançadores estão os batuqueiros que soltam as modas, ou seja, cantam as músicas. A fileira dos homens vai até a das mulheres cantando a moda para ensina-las e após diversos galanteios, os homens vêm trocar umbigada com as mulheres, e ai o baile começa pra valer!

O movimento da umbigada é notado em danças cerimoniais de fertilidade e núpcias da região Congo-Alagoana. Leia Mais…

Publicado por: ligiagiatti | abril 16, 2007

Tu Maraca, tu Maraca Tu!

MARACATUmaracatu.jpg

Maracatu nação de baque virado é uma manifestação cultural típica do estado de Pernambuco, mais precisamente da cidade de Recife.

O Maracatu teve suas origens nas práticas afro-brasileiras de coroação do rei do congo, na irmandade de Nossa Senhora do Rosário (irmandade que agregavam os negros e servia como mecanismos de inserção dos escravos na sociedade colonial).

rei-congo.jpgAs coroações do Rei Congo iniciaram-se com a chegada dos primeiros escravos ao Brasil. Cada comunidade negra agrupada em torno de um senhor, uma fazenda, uma atividade produtiva ou uma região, começa a ter por prática indicar indivíduos para serem destacados como seus legítimos líderes e nomeados reis.

Estas pessoas eram geralmente escolhidas entre as de maior idade, de maior liderança natural, hábeis interlocutores entre negros e seus senhores e indivíduos que já tinham pertencido a uma classe nobre e dominante nas tribos africanas. Com o tempo notou-se que esta prática trazia vantagens para vários segmentos da sociedade escravista da época. 

Para Mário de Andrade a origem da palavra maracatu é americana: maracá=instrumento ameríndio de percussão; catu=bom, bonito em tupi; marã=guerra, confusão. Marãcàtú, e depois maràcàtú valendo como guerra bonita, isto é, reunindo o sentido festivo e o sentido guerreiro no mesmo termo. 

Leia Mais…

Publicado por: ligiagiatti | abril 10, 2007

Salve!

Povo!!!crianca_computador.jpg

Este é o o mais novo Blog dos alunos do Brincante, mais especificamente, dos alunos que freqüentam as aulas do Estêvão Marques! Mas logicamente que os alunos dos outros cursos também serão bem vindos aqui!

Bom, este espaço foi criado com o seguinte objetivo: não deixar que os textos explicativos que o Estêvão disponibiliza (sobre as danças que estamos aprendendo) , fiquem de férias na mesa da Sueli! Agora podemos acessar o Blog e encontrar tudinho aqui, é tudo uma questão de ctrl-C ctrl-V!!!

Além disso podemos utilizar o blog para publicar eventos, novidades, pesquisas, textos, letras de músicas, “dicas da semana” e etc…

Espero que aproveitem!

Abraços.

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